quarta-feira, 16 de julho de 2008

FÉRIAS!!! VAMOS APRENDER A GOSTAR DE LER!!!



> QUEM QUER ESTE RINOCERONTE?
de Shel Silverstein Ed. Cosac Naify, R$ 39.
Um menino pergunta quem quer um rinoceronte e, a cada página, enumera várias de suas utilidades. No final, revela suas maiores qualidades: o animal é um grande amigo, companheiro e muito fácil de se amar. Há o nonsense na medida de Silverstein, quando o menino diz adorar usar o animal como abajur e brincar de tubarão. O texto é formado por rimas e frases curtas e, em todas as páginas, há desenhos em preto e branco feitos pelo autor. Os leitores podem identificar intensos sentimentos de amor e amizade. > A PARTIR DE 5 ANOS.

> CLARA
de Ilan Brenman e ilustrações de Silvana Rando Ed. Brinque-Book, R$ 26,50.
Assobiar como o tio, dançar como o avô e mergulhar na piscina como o irmão são algumas das coisas que Clara quer fazer quando ficar maior. O livro expressa o desejo das crianças de crescer e mostra como os mais velhos, em atitudes cotidianas e despretensiosas, tornam-se referências no universo infantil. Aos pais, revela a importância de dar bons exemplos, mas de um jeito divertido. O melhor: neste mês, chega às livrarias Gabriel, o irmão de Clara.
> A PARTIR DE 4 ANOS.

> MENINA DAS ESTRELAS
de Ziraldo Ed. Melhoramentos, R$ 59.
Ziraldo traça um perfil das meninas, abordando a infância e a passagem para a adolescência. O heroísmo dos pais, a cumplicidade entre amigas, o interesse pelos meninos, nada passa batido aos olhos deste mestre da compreensão e síntese do universo infantil. As ilustrações, do autor, são bastante expressivas e enriquecem as caracterizações. Para meninas compreenderem melhor seu universo. Ele vem numa lata e acompanha uma camiseta.
> A PARTIR DE 6 ANOS.


Escrito por Redação Crescer - 06/05/2008
Mas e se eu não li?

Confessem: esta pergunta bate na gente vez ou outra, não. Explico. Meu papel aqui neste blog é estimular os pais e as crianças a lerem, lerem, lerem e lerem. Adoro pôr minha imaginação para trabalhar, indicar leituras, entrevistas, e até fotos interessantes para inspirar a todos.


Uma das máximas no incentivo à leitura para as crianças é dizer “se o pai lê, ela vai ler”. Bem esta cena aí da foto de uma matéria que fizemos sobre "bons exemplos".
Mas e se ele não leu? E se a vida dele – por inúmeros motivos – não tiver oferecido esta oportunidade da paixão pelos livros? Pois se isso não aconteceu, pode acontecer! Pense na chance de ocorrer o contrário: para incentivar a leitura nos filhos, o adulto começa a ler! Que maravilha!

Quem me inspirou esse post hoje foi uma educadora muito empenhada no melhor caminho do estímulo a ler: Maria José da Nóbrega, consultora na área de educação e língua portiguesa e envolvida em diversos projetos de educação continuada para professores.

Em uma entrevista na revista Direcional Educador, ela cita um ponto importante. “Se o professor não leu o que precisava ler na infância e adolescência, ele pode ler quando adulto. Podemos nos transformar leitores a qualquer momento. Se as pessoas não descobriram o prazer da leitura é só porque ainda não acharam o livro certo e o momento certo. Só aprendemos a ler lendo e interagindo com outros leitores. Não há mistério”.

Isto não é paradoxal, não. É que a cobrança pode ser tamanha que a pessoa ao invés de se animar, entrega-se, acredita que acabou a chance. Claro que o quanto antes, melhor: ler é um prazer que merece ser iniciado desde criança. Mas nunca desistam! E nunca passem esta idéia derrotista ao seu filho que pode chegar à adolescência repetindo a frase “ah, ler não é minha praia”.

Pensem nisso...

(Cristiane Rogerio)

quinta-feira, 26 de junho de 2008

Postura! Qual é a sua!!

POSTURA! QUAL É A SUA!!



Dias atrás enquanto abordávamos em roda de amigos temas interessantes, um deles sugeriu com sábias palavras o tema Postura. Imediatamente a minha postura corporal se alinhou, pois o cérebro me enviou essa mensagem, visto ser através dela que enviamos ao outro o parecer de nossos sentimentos, que vão desde sobrecargas emocionais e sentimentais que, reprimidas ou não no inconsciente, revelam um padrão comportamental de liberdade ou prisão interior, pois essas cargas interiorizadas são refletidas na postura corporal, indicando se a postura psíquica está negativa ou positiva, por isso é refletida no corpo.

Quando se mantém uma postura negativa por tempo prolongado algumas doenças podem ocorrer como prova de sua insatisfação e, tanto os aspectos familiar como profissional, além do relacional, serão prejudicados pela falta de energia. Muitos autores visam esclarecer sobre o resgate desse conhecimento milenar, que é identificar o diálogo do corpo com o inconsciente. A ênfase maior é mostrar que existe um dialeto próprio e que é universal, pois a memória celular conhece perfeitamente a função de cada órgão interno, dos membros externos e a correlação com a personalidade do indivíduo. Muitos estudiosos afirmam que cada doença tem seu significado psicológico e orientam em como devemos agir, para que os padrões fixos internos se transformem, revertendo o quadro doentio. Foucault diz que “a crítica como componente da estética da existência tem como tarefa levar tão longe quanto possível o trabalho da liberdade”.

Como seres humanos livres devemos ter como tarefa constante criticar a nós mesmos, nossa relação com os outros e com a verdade. Não nos submetermos a uma verdade dada e a um modo de ser fixo, pensando que somos seres imutáveis. Portanto, podemos e devemos pensar e criticar nossos valores, nossas atitudes frente à vida e aos outros, para criarmos a partir daí um novo estilo de vida e com nova forma. Ser um agente incansável diante os problemas que nos aflige e reconhecer os obstáculos, superá-los a partir da crítica e autocrítica, e desse modo, ser um eterno aprendiz. Na medida em que adotamos uma postura frente à vida de agentes criativos, que superam obstáculos com alegria, percebemos oportunidades para aprender e reinventar.

O trabalho holístico na virada do milênio atraiu grande número de pessoas que estavam presos à religião, à medicina convencional e à sua própria existência. Esses trabalhos se fundamentam em sua maioria, no “holos”, no “todo” do ser, usando de técnicas diferenciadas para que o ser humano conheça a si mesmo através de introspecção, respiração correta, relaxamento, meditação, silêncio e serenidade. É importante usar a força de vontade e estudar mais sobre a energia interior e também é necessário meditar, silenciar e descobrir a força interna que eleva a nossa auto estima e nos dá força para buscarmos nossos ideais e sonhos sem culpa, sem medo ou insegurança e sem nos deixar abalar pelos conflitos, para podermos viver e não termos a vergonha de sermos diferentes, de pensarmos diferente e de sermos autônomos; vivermos e criarmos nossos próprios valores, criticarmos nossa postura de vida diante de nós, dos outros e da verdade. Viver... para ser feliz!

Sermos humanos nos leva ao livre arbítrio para podermos criar nosso próprio estilo de vida, pois somos aprendizes e, portanto críticos, sendo, desse modo, felizes por realizarmos nossa essência e nos libertarmos da indiferença daqueles que não reagem diante dos sofrimentos ou empecilhos a fim de viver melhor.

E a vida ? O que é? Gonzaguinha prefere a resposta das crianças.... é bonita, é bonita e é bonita. Acredito que ele não queira dizer que a vida seja simples, mas que o mais importante é realizá-la com autonomia, felicidade e beleza.

Como humana refleti sobre a minha postura e agora me basta como profissional, que eu tenha ajudado outras pessoas a refletirem e reverem suas posturas de vida, mas que optem de alguma forma, por serem felizes.



Fernanda Maria Lima do Amaral
Psicanalista - Psicopedagoga - Yogaterapia

Texto solicitado pelo jornal "Gazeta Guaçuana" - Indicador de Saúde -
Tema: Dedicado à um grande amigo, Edgar Chabregas França (Xilim). Obrigada pela oportunidade de explorar esse tema!

Quem sou eu

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Mogi Guacu, SP, Brazil
PSICOPEDAGOGA\PSICNALISTA\ YOGATERAPEUTA